RT Journal Article T1 Tratamiento transnacional de sociedades mercantiles por el Derecho Internacional Privado integrado, un logro aún inalcanzado en Europa y América Latina T2 Tratamento transnacional de sociedades comerciais pelo Direito Internacional Privado integrado, uma conquista ainda inatingida na Europa e na América Latina T2 Transnational treatment of commercial companies by the integrated Private International Law, a still unattained achievement in Europe and Latin America A1 Molina del Pozo, Carlos Francisco A1 Puerta Domínguez, Enrique Manuel AB Desde que existe un entorno económico globalizado y por esencia cambiante, las personas tanto físicas como jurídicas cambian su domicilio, residencia o sede, y con ello, cuestión esta polémica para las segundas, inclusive su nacionalidad. La gran cuestión es saber si son equiparables nociones como nacionalidad o domicilio entre ambos tipos de personas. Y si bien desde entornos de integración como son los auspiciados desde MERCOSUR y otras regiones latinoamericanas, así como por la Unión Europea (UE), el proceso facilitador de movimientos las personas jurídicas con ánimo de lucro ha alcanzado cotas de gran intensidad (llegando inclusive en el caso europeo a aspectos antes impensable como los cambios totales de sede o la pérdida de personalidad en el país de fundación u origen), los Estados participantes en los referidos ámbitos, y en contraste a otros aspectos de Derecho Internacional Privado que se han venido unificando (en la UE mediante Reglamentos, los únicos al frente de esta gestión), quedan significativas incógnitas por desvelar a uno y otro lado del Océano Atlántico, en concreto, la adopción de unas reglas comunes para determinar la sede o nacionalidad de esas mismas sociedades mercantiles en movilidad. Ello constituye una tarea pendiente tanto para la UE y las iniciativas integradoras latinoamericanas como es la de MERCOSUR, de manera que se impone el estudio sosegado para hallar resultados prometedores compartidos que atisben el necesario marco reflexivo con respecto a tan compleja problemática. AB Dado que existe um ambiente económico globalizado eessencialmente em mudança, tanto as pessoas singulares como as pessoascolectivas mudam de domicílio, residência ou sede, e com isso, levanta-seesta polémica para estas últimas, incluindo a sua nacionalidade. A grandequestão é se noções como nacionalidade ou domicílio são comparáveis entreos dois tipos de pessoas. E embora a partir de ambientes de integraçãocomo os patrocinados pelo MERCOSUL e outras regiões latino-americanas,bem como pela União Europeia (UE), o processo facilitador de movimentosde pessoas jurídicas com fins lucrativos tenha atingido níveis de grandeintensidade (alcançando até mesmo o nível europeu caso a aspectos antesimpensáveis, como mudanças totais de sede ou perda de personalidadeno país de fundação ou origem), os Estados participantes nas áreas acimamencionadas, e em contraste com outros aspectos do Direito InternacionalPrivado que foram unificados (no UE através dos Regulamentos, os únicosresponsáveis por esta gestão), existem incógnitas significativas a revelar emambos os lados do Oceano Atlântico, nomeadamente, a adopção de regrascomuns para determinar a sede ou nacionalidade dessas mesmas empresascomerciais na mobilidade. . Isto constitui uma tarefa pendente tanto para asiniciativas de integração da UE como da América Latina, como o MERCOSUL,de modo que é necessário um estudo calmo para encontrar resultadospartilhados promissores que vislumbrem o quadro reflexivo necessário noque diz respeito a um problema tão complexo. AB Since there is a globalized and essentially changing economicenvironment, both natural and legal persons change their domicile, residenceor headquarters, and with this, this controversy is being raised for thelatter, including their nationality. The big question is whether notions such as nationality or domicile are comparable between both types of people.And although from integration environments such as those sponsored byMERCOSUR and other Latin American regions, as well as by the EuropeanUnion (EU), the facilitating process of movements of for-profit legal entitieshas reached levels of great intensity (even reaching the European case topreviously unthinkable aspects such as total changes of headquarters or theloss of personality in the country of founding or origin), the participatingStates in the aforementioned areas, and in contrast to other aspects of PrivateInternational Law that have been unified (in the EU through Regulations, theonly ones in charge of this management), there are significant unknowns tobe revealed on both sides of the Atlantic Ocean, specifically, the adoption ofcommon rules to determine the headquarters or nationality of those samecommercial companies. in mobility. This constitutes a pending task for boththe EU and Latin American integration initiatives such as MERCOSUR, so thata calm study is required to find promising shared results that glimpse thenecessary reflective framework with respect to such a complex problem. PB Tribunal Permanente de Revisao do MERCOSUL SN 2307-5163 SN 2304-7887 (electrónico) YR 2024 FD 2024-01 LK https://hdl.handle.net/10272/25114 UL https://hdl.handle.net/10272/25114 LA spa NO Molina del Pozo, C.F. & Puerta Domínguez, E.M. (2024). Tratamiento transnacional de sociedades mercantiles por el Derecho Internacional Privado integrado, un logro aún inalcanzado en Europa y América Latina . Revista De La Secretaría Del Tribunal Permanente De Revisión, (Vol. 12, n. 21, 1–35). https://doi.org/10.16890/rstpr.a12.n21.e526 DS Repositorio Institucional de la Universidad de Huelva RD 31 may 2026