Me llamo Dominga : relato de una mujer en fase terminal
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Abstract
El cuidado al enfermo oncológico ha sido y
es objeto de múltiples estudios, el relato que
se presenta quiere plasmar las necesidades
que estos enfermos plantean como reales en el proceso
de su enfermedad, sea cual sea su pronóstico.
El hecho de ser mujer en el desarrollo de una enfermedad
suscita conflictos de roles en la familia y
sobretodo en la propia mujer creando una dualidad
mental de culpabilidad ante su situación de enfermedad
y en algunos casos ante un fatal desenlace;
además se le añade el trastorno de la imagen corporal,
de la identidad femenina, de las presiones
familiares y sociales, de intentar aparentar que no
ocurre nada mientras la vida se escapa
O cuidado ao enfermo oncológico tem sido e é objeto de múltiplos estudos. O relato que se apre¬senta quer traduzir as necessidades que estes enfer¬mos possuem como reais no processo de sua enfer-midade, qualquer que seja seu prognóstico. O fato de ser mulher no desenvolvimento de uma enfer-midade, suscitam-se conflitos de papéis na familia e, sobretudo, na própria mulher, criando uma dua-lidade mental de culpabilidade diante de sua situacáo de enfermidade e em alguns casos diante do fatal desenlace; ademais, acrescentam-se a este entorno a imagem corporal, a identidade feminina, as pressoes familiares e sociais em buscar aparen¬tar que nao ocorre nada, enquanto a vida se lhe escapa.
The care of the oncological patient has been and continues being subject of many stu¬dies. This story aims to give expression to the needs these patients perceive as real during the process of their illness, regardless of their progno¬sis. In the development of the disease, the fact of being a woman arises role conflicts within the family and above all in the woman herself, causing a mental duality of guiltiness for her situation and perhaps fatal ending; besides that is the body image and female identity disorder, social and family pressure, and trying to keep up the appea¬rances as if nothing was happening whilst life slips away.
O cuidado ao enfermo oncológico tem sido e é objeto de múltiplos estudos. O relato que se apre¬senta quer traduzir as necessidades que estes enfer¬mos possuem como reais no processo de sua enfer-midade, qualquer que seja seu prognóstico. O fato de ser mulher no desenvolvimento de uma enfer-midade, suscitam-se conflitos de papéis na familia e, sobretudo, na própria mulher, criando uma dua-lidade mental de culpabilidade diante de sua situacáo de enfermidade e em alguns casos diante do fatal desenlace; ademais, acrescentam-se a este entorno a imagem corporal, a identidade feminina, as pressoes familiares e sociais em buscar aparen¬tar que nao ocorre nada, enquanto a vida se lhe escapa.
The care of the oncological patient has been and continues being subject of many stu¬dies. This story aims to give expression to the needs these patients perceive as real during the process of their illness, regardless of their progno¬sis. In the development of the disease, the fact of being a woman arises role conflicts within the family and above all in the woman herself, causing a mental duality of guiltiness for her situation and perhaps fatal ending; besides that is the body image and female identity disorder, social and family pressure, and trying to keep up the appea¬rances as if nothing was happening whilst life slips away.
Unesco Subjects
Bibliographic citation
García Navarro, E.B., Pérez Espina, R., García Navarro, S.: “Me llamo Dominga: relato de una mujer en fase terminal”. Cultura de los cuidados. Año XII, n. 24 (2. semestre 2008). pp. 88-93. Consejo de Enfermería de la Comunidad Valenciana. ISSN 1138-1728














