Síntomas de psicopatología e inflexibilidad psicológica en atletas recreacionales

dc.contributor.authorMoreno Domínguez, Raquel
dc.contributor.authorBernal López, Miriam
dc.contributor.authorCarrasco Rodríguez, Yojanán
dc.contributor.authorArbinaga, Félix
dc.date.accessioned2023-07-20T11:41:23Z
dc.date.available2023-07-20T11:41:23Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractLa inflexibilidad psicológica se define como la posibilidad de contactar con los eventos privados que ocurren en el presente, tanto como nos sea posible como seres humanos conscientes, al tiempo que elegimos abandonar o persistir en una acción que implica malestar. El objetivo de esta investigación ha sido estudiar la relación entre la sintomatología psicopatológica en función de la inflexibilidad psicológica en deportistas amateur. Para evaluar la sintomatología psicopatológica se ha utilizado el Symptom Checklist-90-R y el Acceptance and Action Questionnaire para medir la inflexibilidad psicológica. Se ha tomado una muestra de 202 deportistas recreativos, de los cuales 111 eran mujeres, que representan el 55%. La edad media era de 31.32 años (DT = 11.442); el 84% practicaba ejercicio físico o deporte de forma individual. Los resultados han mostrado que los participantes con mayor inflexibilidad psicológica son los que han obtenido puntuaciones superiores en sintomatología psicopatológica. Por otro lado, no se ha mostrado que quienes participan en competiciones son los que obtendrían puntuaciones superiores en psicopatología; al contrario, han sido los que no participan los que han reflejado mayor puntuación en la escala de ansiedad fóbica. La presencia de entrenador ha mostrado ser un factor protector en las escalas ideación paranoide, psicoticismo, sensibilidad interpersonal y en el índice de severidad global; pero no en el resto de las subescalas. Por último, las mujeres han mostrado una mayor inflexibilidad psicológica pero no una mayor presencia de síntomas psicopatológicos; salvo en sensibilidad interpersonal y en ansiedad fóbica. Los hombres, por su parte, lo han hecho en síntomas depresivos. La importancia de la inflexibilidad psicológica en la salud mental de las personas que hacen ejercicio es debido a que es un constructo tratable y, por tanto, modificable.es_ES
dc.description.abstractA inflexibilidade psicológica é definida como a possibilidade de contactar com os eventos privados que ocorrem no presente, tanto quanto possível como seres humanos conscientes, enquanto optamos por abandonar ou persistir com uma ação que envolve desconforto. O objetivo desta investigação foi estudar a relação entre a sintomatologia psicopatológica em função da inflexibilidade psicológica em atletas amadores. Para avaliar a sintomatologia psicopatológica, foram utilizados o Symptom Checklist-90-R e o Questionário de Aceitação e Ação para avaliar a inflexibilidade psicológica. Foi recolhida uma amostra de 202 atletas recreativos, dos quais 111 eram mulheres, representando 55%. A idade média foi de 31.32 anos (DP = 11.44); 84% praticavam exercício físico ou desporto individualmente. Os resultados mostraram que os participantes com maior inflexibilidade psicológica são aqueles que obtiveram pontuações mais elevadas na sintomatologia psicopatológica. Por outro lado, não foi demonstrado que aqueles que participam em competições são os que obteriam pontuações mais elevadas em psicopatologia; pelo contrário, foram aqueles que não participam que refletiram pontuações mais elevadas na escala de ansiedade fóbica. A presença de um treinador revelou-se um fator de proteção nas escalas de ideação paranoide, psicoticismo, sensibilidade interpessoal e índice de gravidade global, mas não nas restantes subescalas. Por fim, as mulheres apresentaram maior inflexibilidade psicológica, mas não maior presença de sintomas psicopatológicos, exceto na sensibilidade interpessoal e na ansiedade fóbica. Os homens, pelo contrário, fizeram-no nos sintomas depressivos. A importância da inflexibilidade psicológica na saúde mental dos praticantes de exercício físico deve-se ao facto de ser um constructo tratável e, portanto, modificável.es_ES
dc.description.departmentPsicología Clínica y Experimental
dc.identifier.citationMoreno-Domínguez, R., Bernal-López, M., Carrasco-Rodríguez, Y. y Arbinaga, F. (2023). Síntomas de psicopatología e inflexibilidad psicológica en atletas recreacionales. Revista de Psicología Aplicada al Deporte y el Ejercicio Físico, 8(1), e6,1-13. https://doi.org/10.5093/rpadef2023a7,es_ES
dc.identifier.doi10.5093/rpadef2023a7
dc.identifier.issn2530-3910
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10272/22346
dc.language.isospaes_ES
dc.publisherCOP-MADRIDes_ES
dc.rights.accessRightsopen accesses_ES
dc.subject.otherInflexibilidad psicologicaes_ES
dc.subject.otherSalud mentales_ES
dc.subject.otherEjercicioes_ES
dc.subject.otherActividad físicaes_ES
dc.subject.otherPsychological inflexibilityes_ES
dc.subject.otherMental healthes_ES
dc.subject.otherAthleteses_ES
dc.subject.otherEmotional regulationes_ES
dc.subject.otherExercisees_ES
dc.subject.unesco61 Psicologíaes_ES
dc.titleSíntomas de psicopatología e inflexibilidad psicológica en atletas recreacionaleses_ES
dc.title.alternativeSymptoms of psychopathology and psychological inflexibility in non-professional athletes
dc.typejournal articlees_ES
dc.type.hasVersionVoR
dspace.entity.typePublication
relation.isAuthorOfPublicationb495169f-9c02-4a56-8aab-46ee96eccc96
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