Relato de um caso de Perturbação de Hiperatividade / Défice de Atenção e Perturbação Desafiante de Oposição

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A Perturbação de Hiperatividade/Défice de Atenção (PHDA) tem como principal comorbilidade a Perturbação Desafiante de Oposição (PDO). Os casos clínicos de comorbilidade tendem a apresentar piores prognósticos. O presente trabalho tem como objetivo descrever o caso clínico de um menino de 6 anos, encaminhado para o serviço de Psicologia por comportamentos disruptivos na escola. O processo de avaliação psicológica foi realizado através de entrevistas aos pais e à criança, questionários de autorresposta preenchidos pelos pais e pela professora e provas de avaliação cognitiva. Após a formulação diagnóstica de PHDA, os pais rejeitaram a terapia farmacológica. Desenvolveu-se um plano de intervenção individual para promoção da melhoria da regulação emocional e dos níveis atencionais da criança. Ao todo foram realizadas 15 sessões com a criança e os pais, pelo que se apresentam os resultados obtidos na intervenção psicológica. Atendendo ao carácter crónico das problemáticas, o processo terapêutico terá seguimento.
Hyperactivity Disorder/Attention Deficit Disorder (ADHD) has as its main comorbidity Oppositional Defiant Disorder (ODD). Clinical cases of comorbidity tend to have worse prognoses. The present article aims to describe a clinical case of a 6-year-old boy referred to the Psychology service for disruptive behavior at school. The psychological assessment process was carried out through interviews with the child and their parents, self-report questionnaires completed by the parents and the teacher and cognitive assessment tests. After the diagnosis of ADHD, the parents rejected the pharmacotherapy. An individual intervention plan was developed to promote the improvement of the child’s emotional regulation and attentional levels. Altogether, 15 sessions were held with the child and their parents. During the first sessions the child’s behavior was challenging and sometimes aggressive, although with the development of the therapeutic alliance M. became more collaborative and acquired emotion regulation skills, problem-solving skills, and better attention maintenance. Given the chronic nature of the problems, the therapeutic process will continue.

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